29 janeiro, 2009

olhar de frente

No fundo dos seus olhos
vejo o desespero, da incerteza. Numa atitude confusa, descrente e desistente.
Como já disse tantas e tantas vezes, tudo se renova! é possivel renascer. Todas as possibilidades existem.
Apenas temos que as percepcionar. E depois acreditar!
Tudo se desenha e materializa no que nos rodeia. É preciso contemplar, perceber, reflectir.
Tambem é preciso parar!
Olhar para nós à luz do mundo e o mundo à nossa luz.
Reflectir!
Olhar o mar!
Sentir... e esperar.... acreditar!
Em nós próprios!
Nós podemos tudo!
Se os problemas vêm ter comigo eu resolvo. Eu aguento. Tudo. Até no limiar da vida!
A cada minuto que passa sou mais forte. Apenas porque, olho para o que é essencial, porque valorizo o essencial.
E o essencial entre muitas outras coisas, são os afectos.
Importa quem está conosco. Importa quem não desiste. Importa quem acredita!
Importam os abraços e os sorrisos. Os olhares cumplices.
Enquanto o meu coração bater por alguem, tudo é possivel! Terei sempre força!
A solidão é um refugio. Um dos muitos nomes do medo!
Prefiro a coragem, com todos os riscos que ela encerra e que estou disposta a assumir!

22 janeiro, 2009

renovação

Gosto de saber que existe a certeza da renovação!

Faz-me acreditar, na beleza, nos sorrisos e na vida eterna!
Mesmo que a eternidade dure apenas um segundo!

21 janeiro, 2009

força


A natureza nunca desiste,


e isso inspira-me!

20 janeiro, 2009

transparência

Dizem que nada acontece por acaso. Vivemos um grande jogo e nem sempre as regras são conhecidas ou percebidas. Naturalmente a confusão nasce. Tendencialmente somos levados a duvidar de nós próprios. Lamentavelmente. Assim se perde a paz. Interior e para com o mundo.
Não carrego no peito essa sombra. Prefiro a transparência dos afectos. Da verdade e das suas consequências. A sua ausência é-me insuportavel.


A verdade de nunca duvidar que é possivel! Apenas porque acredito!

19 janeiro, 2009

inimigo



Tudo é efémero. Demasiado efémero... Esta realidade provoca-me uma angustia devastadora.
Os limites são demasiado apertados. Não existe margem de progressão. O tempo é o pior dos inimigos. Tudo acontece e tudo passa num momento. Com tempo, sem tempo, a tempo, contra o tempo. É quase insano, tentar perceber qual o lugar que ocupamos no tempo, neste tempo ou em algum. Sinto-me em queda livre!
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Perante este momento inquieto, decidi, seguir em frente e não perder nem mais um segundo.

13 janeiro, 2009

um ano de tempo

Procuro o caminho, incansavelmente.
Determinada a encontrar-me.
Exorcizo os medos, em palavras seguras.
Os afectos, puxam-me o olhar.
Suavizam-me o sorriso.
Sigo, creio e insisto na honestidade.
De dentro e para fora. Sempre.
A claridade mistura-se com a nebelina.
O olhar permanece fixo.
Insisto nos sentimentos, na alegria e na sensatez!
Apesar dos ecos escuros, que ouço ao longe. Lateralmente.
Seguirei livre.
Buscando-me, encontrando-me e perdendo-me.
Na vida e pela vida.
Da qual faz parte este espaço. Que serve esse propósito.
Apenas e essencialmente. Este foi o seu primeiro ano.

09 janeiro, 2009

07 janeiro, 2009

projecto de vida

Na clarividência da realidade, consciente e transparente.
Vislumbro uma concreta felicidade.
Que se constrói todos os dias. Em todos os momentos.
Gosto de a pensar e viver, num tom colorido e brilhante.
Naturalmente viva!

31 dezembro, 2008

Vida


Um amor de multiplas formas,
que me preenche e completa.
Sorrio. Sorrio feliz. Porque o sinto!
Porque sou capaz de o sentir.
E de o dizer!
Um amor, apaixonado, honesto e inteiro!
Alegre e deslumbrado.
Desesperado, sensual e insensato!
Um amor imenso e insano!
Tão intenso que provoca uma profunda dor.
Quero-o sempre assim!
Ontem, hoje e amanhã!
Sempre!

30 dezembro, 2008

livre

Livre!
Nas palavras.
Livre!
Nos pensamentos.
Livre!
Como o ar do vento.
E a volta das marés.
Livre em tudo!
Menos de mim!
Do que me liga, a ti!
Preciso-te!
Muito!
Demais!

29 dezembro, 2008

energia


Sonhos densos, fortes, revoltos,
que me inquietam o coração, a pele, a alma.
Arrebatam-me os sentidos.
Lentamente, muito lentamente ganham forma!
Contornos definidos.
Esta paixão dá-me energia e vontade,
faz-me sentir viva!

23 dezembro, 2008

despertar


Com a alma descansada e um brilho no olhar.
Acredito!
Acredito muito! Acredito de dentro.
No que é possivel fazer!
No que é possivel sentir!

22 dezembro, 2008

vazio


Hoje sinto um enorme vazio!
Frio e triste!
Hoje está tudo a preto e branco!
Hoje não consigo sorrir.
Fazem-me falta,
as suas palavras!
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Deixo aqui um abraço imenso e muito apertado para o Pedro Branco!

18 dezembro, 2008

frágil



A força e a energia, subjugam a fragilidade. Numa revolta solitária.

O reconhecimento de uma realidade repetitiva. Que existe e existirá sempre.

Sempre. Sempre.

Revolta-me, mas não me entristece.

O vazio dilui-se e eu revivo tantas vezes...

Porque quero, porque consigo!

17 dezembro, 2008

Só!


Só! No ciclo perfeito, que é a vida!

Inevitavel! Previsivel!

Sem ilusões! Sem afectos!

A vontade prevalece.

Cada minuto é uma aprendizagem!

Seguirei o rumo que traçei, silenciosamente. Só!

10 dezembro, 2008

ilusão

Uma ilusão. Um sonho.
Uma realidade. Concreta.
Querer muito. Realizar.
Fugir? Não!
Conseguir!
Novos caminhos...
Longe do nada!

08 dezembro, 2008

nada

Existem portas que se fecham definitivamente, porque lá dentro
está tudo vazio.
Nem silêncio, nem eco!
Nem memória.
Nada!

05 dezembro, 2008

02 dezembro, 2008

Labirinto


Sinto-me perdida no meu próprio labirinto. De medos e paixões.
No silêncio. A duvida do reencontro, entre a alma e o corpo.
Uma solidão confusa.

27 novembro, 2008

elementar


A chama que inspira todos os afectos.
A combustão que alimenta os desejos.
Aquece-me o corpo e a alma, numa alternância perfeita.
Queimando as ausências, inspirando os sentidos!

25 novembro, 2008

desafio

Insisto na permanência
constante, absoluta, total.
Existo, caminhando,
na instável intensidade
da emoção pura.
Numa realidade de
arestas muito agrestes
que vejo como um
permanente desafio!

24 novembro, 2008

compreender


Para acalmar as tristezas

preciso do tempo... de tempo... de compreender!

23 novembro, 2008

Jardim

Um jardim em permanente construção
num eterno ciclo de renovação
onde algumas flores morrem
e outras nascem.
Onde a aceitação convive com a revolta,
lutando por espaço e tempo.
Na certeza da desilusão,
por vezes floresce a perfeição.
Plantando e semeando, prossigo
num caminho de paz. Pleno.

21 novembro, 2008

19 novembro, 2008

18 novembro, 2008

11 novembro, 2008

os meios e os fins


Na interrogação permanente sobre o que me faz descobrir novos caminhos e progredir. Sobre o que me clarifica as escolhas. Sobre como descobrir as chaves que abrem novas portas e com elas novos mundos.

A procura é muitas vezes a resposta. É o meio e muitas vezes o fim. E o fim é o inicio de outra etapa.

A procura é outra forma de olhar. Outro angulo. Por vezes fechado e outras aberto e amplo.

Nem sempre gosto do que encontro. Existe uma teia demasiado apertada em minha volta. Entre afirmações, interrogações, introspecções, dádivas e obrigações. Está a vida. Tudo o que me faz prosseguir. O que amo, quem amo e eu!

Encontro-me agora em fim de ciclo. Mais do que respostas encontro perguntas. Que neste momento são suficientes enquanto respostas.

Por isso faço uma pausa. Uma necessária reflexão!

06 novembro, 2008

infinito

arde-me no peito
a dor da dúvida
e do medo..
da desilusão
e da
solidão
oculta
sinto
o frio
do
silêncio
sem tempo
perto
do fim.

05 novembro, 2008

depois


…e depois vem o vazio…
Só. Por entre pensamentos,
palavras suspensas, ocupadas, opacas…
a ausência. Sempre a irrecuperável ausência!