29 maio, 2008
28 maio, 2008
essencial

não basta olhar, é preciso ver
não chega ouvir, é necessário perceber
não chega existir, é preciso viver
não chega viver, é necessário sentir!
Vivo mais quando sinto que existo!
E existo num mundo que,
nem sempre percebo.
Para o qual olho,
muito atentamente.
E vejo que posso não perceber
muitas existencias, viveres e sentires,
mas não estou só, por isso sinto.
Sinto muito e muito intensamente.
Sorrio!
26 maio, 2008
25 maio, 2008
23 maio, 2008
21 maio, 2008
se...
De repente fiquei muito inquieta, até nervosa. Desejei que tudo fosse diferente. Mas não é! Provavelmente essa também não é a linha de pensamento correcta. Se tudo fosse diferente, não conhecia as pessoas que conheço hoje. Se tudo tivesse sido diferente, não tinha aprendido tanto sobre o comportamento humano.
Se tudo tivesse sido diferente, poderia ter aprendido outras coisas e conhecido outras pessoas. Nunca saberei.
Opto por valorizar o que sei e as pessoas que estão na minha vida, que abraço e amo.
A minha filha de 10 anos perguntou-me; - Mamã, porque é que existe o cancro?
Eu respondi; - Para nos lembrar que devemos viver bem, aproveitar a vida e para dizermos todos os dias que gostamos das pessoas de quem de facto gostamos.
Os problemas vêm ter conosco e nós resolvemos e conseguimos superar tudo, se nos ajudarmos uns aos outros. Se tivermos coragem e se não nos entregarmos ao desespero.
Tenho muitas dúvidas, medos e carências, não sei como lidar com muitas situações, mas sei que estou sempre disponivel e forte para os que amo. Dar-lhes-ei sempre todo o apoio que conseguir dar e o meu incondicional amor.
Não escrevo, porque alguem esteja doente. Escrevo porque precisei e preciso de me lembrar que não podendo resolver todos os problemas, posso pelo menos relativiza-los.
Tudo poderia ser diferente, mas não é! A vida é feita de opções, não sabendo se são boas ou más, têm que se fazer e assumir. As minhas, não sei o que são, mas sei que são verdadeiras.
Se mudarmos algum facto da nossa vida, potencialmente mudaremos tudo o resto.
Se tudo tivesse sido diferente, poderia ter aprendido outras coisas e conhecido outras pessoas. Nunca saberei.
Opto por valorizar o que sei e as pessoas que estão na minha vida, que abraço e amo.
A minha filha de 10 anos perguntou-me; - Mamã, porque é que existe o cancro?
Eu respondi; - Para nos lembrar que devemos viver bem, aproveitar a vida e para dizermos todos os dias que gostamos das pessoas de quem de facto gostamos.
Os problemas vêm ter conosco e nós resolvemos e conseguimos superar tudo, se nos ajudarmos uns aos outros. Se tivermos coragem e se não nos entregarmos ao desespero.
Tenho muitas dúvidas, medos e carências, não sei como lidar com muitas situações, mas sei que estou sempre disponivel e forte para os que amo. Dar-lhes-ei sempre todo o apoio que conseguir dar e o meu incondicional amor.
Não escrevo, porque alguem esteja doente. Escrevo porque precisei e preciso de me lembrar que não podendo resolver todos os problemas, posso pelo menos relativiza-los.
Tudo poderia ser diferente, mas não é! A vida é feita de opções, não sabendo se são boas ou más, têm que se fazer e assumir. As minhas, não sei o que são, mas sei que são verdadeiras.
Se mudarmos algum facto da nossa vida, potencialmente mudaremos tudo o resto.
à janela
20 maio, 2008
19 maio, 2008
efeitos de luz
A beleza não ofusca a visão, nem o descernimento
das dificuldades que surgem a cada momento.
Dedicadamente sigo o meu caminho.
Não me perco.
18 maio, 2008
luz
15 maio, 2008
14 maio, 2008
13 maio, 2008
Coragem
12 maio, 2008
esperança

As palavras têm a capacidade de fazer nascer de novo a esperança...
Sem medo, com medo, em silêncio e aos gritos, penso, sinto, sonho, desejo, sem limites, volto a pensar, perco, ganho, fujo, procuro, repenso, amo, arrisco, tenho a certeza, respiro, encontro-me, esqueço, confio, desabafo, supero-me,
vivo!
11 maio, 2008
incerteza
09 maio, 2008
obsessão
08 maio, 2008
desassossego
07 maio, 2008
xeque-mate
Tudo é um jogo...para o qual eu não estou preparada!Não domino as regras, nem sei os truques...
Eu sou apenas, eu!
As minhas transparencias, expoem-me. O meu sentir, enfranquece-me.
Percebo-me em espera... sinto-me muito perdida.
Sem coragem.
Sem paz.
Sinto-me empurrada pela obrigação. Permaneço em silêncio. Quando tudo o que quero é gritar.
06 maio, 2008
05 maio, 2008
portas
04 maio, 2008
perspectivas

Hoje vi o mar.
Percebi que para todos os factos da vida, para tudo o que sinto, para todas as duvidas que tenho, existem inumeras perspectivas.
Não as consigo avaliar com isenção. O que penso, os valores em que acredito, os objectivos que estabeleço para mim todos os dias, os sonhos que tenho e sobretudo o que sinto, condicionam essa avaliação.
As perspectivas interiores e exteriores, colidem vezes demais.
Hoje, serenamente, ausento-me de mim. Deixo o tempo passar.Não quero perspectivas.
02 maio, 2008
01 maio, 2008
30 abril, 2008
29 abril, 2008
imagem

“As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem.”
Santo Agostinho
Santo Agostinho
Se não conseguirmos admirar a beleza do mundo será que nos conseguimos admirar a nós? Ou será o inverso?
Ou esta reflexão é apenas uma aprendizagem?
- Do mundo através de nós e de nós através do mundo...
-Não sei! Nem sei se interessa.
-Li, senti e pensei.
28 abril, 2008
Brilho
22 abril, 2008
Jardim

Quero continuar a deslumbrar-me diante do mar.
Quero manter a capacidade de perceber a beleza das coisas simples.
Quero ouvir os sons e os silêncios da natureza de forma cristalina.
Desejo ter a coragem de manter um equilibrado sentido de justiça.
Preciso da certeza de que tudo o que faço tem um sentido.
Quero manter a calma.
Preciso de ver as plantas a florescer. E o voo livre dos passaros.
Quero cultivar um jardim de flores, pensamentos livres e grandes sonhos.
Preciso de me encontrar nas ruas perdidas de mim.
Quero ir... e vir.. e viver! Em paz, comigo e com o mundo!
15 abril, 2008
Fusão
Sinto uma imensa necessidade de solidão, busco o equilibrio. Encontro esse equilibrio na contradição dos meus sentidos que alternam descompassadamente entre uma furia explosiva e uma calma quase estonteante. Tudo isto se funde em mim. Tudo isto se liberta de mim e me define. Tudo isto me expõe.
Entre profundas carências e uma orgulhosa força, tudo me preenche e completa.
O desespero que sinto no reconhecimento das fragilidades consome-se na inabalavel certeza da coragem que possuo.
11 abril, 2008
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